De Alexandria a Roma – José Arthur Giannotti
Estoicos, céticos e neoplatônicos levam suas investigações até Roma. Mas feita essa passagem, só poderemos indicar como Agostinho de Hipona será o grande elo entre o pensamento grego e o cristianismo. De que modo o Uno original poderá ser três (Pai, Filho e Espírito Santo)?
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Muito bom o comentário filosófico e esclarecedor
torções…me parece ser um dos pontos importantes da fala do gianotti. a filosofia fica mais atraente quando capturamos o momento da transformação de conceitos herdados e aproveitados para a construção de um outro edificio cultural. santo agostinho, agostinho de hipona, o mestre que manipula toda essa herança na construção da nova forma de pensar e de justificar a existencia humana nominando, dando nome aos bois, é impressão minha ou a fala do gianotti tem algo de nietzche?
Vejo Gianotti como um pensador honesto, porém um cético religioso. Mais, penso que o mesmo sente um enorme desconforto com relação a crença – mais desconforto que descrença. E o que ele chama de complexo e com dificuldade para se exprimir, eu, cristão-católico, entendo como limitação do ser humano. Eu, leigo, penso que a razão é um instrumento divino para se chegar a verdade, inclusive para crer e se aprofundar na fé.