Prezado Dr. Ricardo, apenas recentemente assisti sua palestra sobre auto-conhecimento. Uma beleza. A interação com a platéia (como o Sr. disse no início, a interação seria fundamental, a audiencia sempre buscando o “uno”), sua forma de falar sempre dando a impressão de que um raciocionio ou uma verdade tem uma existencia efemera. Como dito, é uma reação quimica de precipitação. Eu me atreveria a dizer que é uma reação quimica de precipitação ao contrário, partindo do precipitado para a forma liquida, evanescente dos reagentes. A descontrução contínua dos ideais, da utopia, da unicidade é a regra e isso nos dá a sensação de leve atraso, como foi comentado. Mas isto gera um vazio enorme e como lidamos com este vazio? Ficamos melancolicos? Copiamos o personagem do filme Natureza Selvagem”? Ou entendemos que a regra é a ausencia de regra, mas há pontos de contato com a realidade e estamos inseridos neste contexto. Como Guimaraes Rosa escrevia: aprender a viver é que é o viver mesmo. Um abraço
Prezado Dr. Ricardo, apenas recentemente assisti sua palestra sobre auto-conhecimento. Uma beleza. A interação com a platéia (como o Sr. disse no início, a interação seria fundamental, a audiencia sempre buscando o “uno”), sua forma de falar sempre dando a impressão de que um raciocionio ou uma verdade tem uma existencia efemera. Como dito, é uma reação quimica de precipitação. Eu me atreveria a dizer que é uma reação quimica de precipitação ao contrário, partindo do precipitado para a forma liquida, evanescente dos reagentes. A descontrução contínua dos ideais, da utopia, da unicidade é a regra e isso nos dá a sensação de leve atraso, como foi comentado. Mas isto gera um vazio enorme e como lidamos com este vazio? Ficamos melancolicos? Copiamos o personagem do filme Natureza Selvagem”? Ou entendemos que a regra é a ausencia de regra, mas há pontos de contato com a realidade e estamos inseridos neste contexto. Como Guimaraes Rosa escrevia: aprender a viver é que é o viver mesmo. Um abraço
por Carlos Henrique Viana de Castro
15 de abril de 2010 às 9:41