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Eu que aprenda a levantar – Olgária Matos

olgaria_2_0Ilusões que se vão, prosperidade que se mostra oca podem trazer uma oportunidade importante: o que é viver melhor com menos, o que é evitar o consumismo e pensar num mundo mais sustentável?

Veja a íntegra da palestra.

Palestra de Olgária Matos no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 14 de outubro, em São Paulo.

Evento do módulo O meu mundo caiu.
O chat que aconteceu durante a apresentação ao vivo

Vídeos das palestras de São Paulo
Ainda é tempo – Carlos Nobre
Eu que aprenda a levitar – José Miguel Wisnik
Adeus às ilusões? – Renato Janine Ribeiro
O amor que se vai – Flávio Gikovate
O Café Filosófico vai ao ar na TV Cultura às 23h.

7 comentários | Comente »

ta tudo muito bem, ta tudo muito bom, o br é o maior produtor de soja e nóis num cumemos soja, as vezes cumemos arroiz e feijão.

por ira

4 de agosto de 2011 às 17:00

Gostei do comentário ira kkkkkkkkkkkkkkkk. Bem criativo e de certa forma realista, até porque soja “num é bom” rsrsrsrsr

por David

22 de setembro de 2011 às 10:13

Ira (?) mandou muuuuuuuuuuuuuuito bem na forma gramatical, eu como uma professora nata de portugues, devo dizer que quase tive um infarto, mas nao por conta da sua escrita e sim porque ja sou muito velha! quase mais velha que o brasil que produz soja e come arroz e feijao preto!

beijos me liga ;*

por Mirian

7 de novembro de 2011 às 12:15

FLAVIO GIKOVATE ESSE CARA ENTENDE MUITO DE COMPORTAMENTO HUMANO GOSTO MUITO DE SUA LINHA DE RACIOCINIO GRANDE PSICANALISTA.

por nomeRENATO

9 de novembro de 2011 às 23:46

O programa fala de educação e escreve o nome dos apresentadores com Letras minúsculas ;)

por Gabi

4 de janeiro de 2012 às 12:15

Olá Gabi, o site todo está em letras minúsculas, trata-se de uma opção editorial. Obrigado pelo interesse e volte sempre.

por andredeak

11 de janeiro de 2012 às 7:18

Muito bom, vi o programa inteiro e não conseguia tirar da minha cabeça a imagem da minha escola… Um lugar bagunçado, trocam de professores a cada 1 mês, os alunos são desrespeitados e onde não temos voz, onde não somos ouvidos. O sistema está errado, que tipo de cidadão eles querem formar?

por Bruno

6 de fevereiro de 2012 às 2:06

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